
Você já parou pra pensar quanto dinheiro a Champions League movimenta?
Um estudo da consultoria Futebol Baymaker sobre a temporada atual da Champions mostrou quais clubes estão abocanhando as maiores premiações com o novo formato da competição, agora na segunda edição com fase de liga em vez de fase de grupos.
O levantamento somou os pagamentos fixos de desempenho e comparou esses valores com as receitas operacionais recentes dos clubes. E o resultado confirma o que muita gente já suspeitava: os gigantes esportivos e financeiros continuam concentrando as maiores cifras.
Bayern de Munique, Manchester City, Liverpool e Arsenal aparecem entre os clubes que já superaram a marca de 90 milhões de euros em receitas estimadas só até o fim da fase de liga. Eu disse: 90 milhões de euros. Antes mesmo do mata-mata começar.
Esse dinheiro vem da combinação de cota de participação, bônus por vitória e empate, e de parcelas ligadas ao tamanho do mercado e ao histórico do clube nas competições europeias.
Quando a gente olha esses números e compara com a realidade do futebol brasileiro, a distância é enorme. Aqui, mesmo somando direitos de TV, bilheteria, patrocínio e venda de jogadores, é difícil imaginar um clube recebendo algo nessa faixa só de uma competição.
O fato é: a Champions virou não só o maior palco do futebol de clubes, mas também a maior máquina de fazer dinheiro do mundo da bola.
Um estudo da consultoria Futebol Baymaker sobre a temporada atual da Champions mostrou quais clubes estão abocanhando as maiores premiações com o novo formato da competição, agora na segunda edição com fase de liga em vez de fase de grupos.
O levantamento somou os pagamentos fixos de desempenho e comparou esses valores com as receitas operacionais recentes dos clubes. E o resultado confirma o que muita gente já suspeitava: os gigantes esportivos e financeiros continuam concentrando as maiores cifras.
Bayern de Munique, Manchester City, Liverpool e Arsenal aparecem entre os clubes que já superaram a marca de 90 milhões de euros em receitas estimadas só até o fim da fase de liga. Eu disse: 90 milhões de euros. Antes mesmo do mata-mata começar.
Esse dinheiro vem da combinação de cota de participação, bônus por vitória e empate, e de parcelas ligadas ao tamanho do mercado e ao histórico do clube nas competições europeias.
Quando a gente olha esses números e compara com a realidade do futebol brasileiro, a distância é enorme. Aqui, mesmo somando direitos de TV, bilheteria, patrocínio e venda de jogadores, é difícil imaginar um clube recebendo algo nessa faixa só de uma competição.
O fato é: a Champions virou não só o maior palco do futebol de clubes, mas também a maior máquina de fazer dinheiro do mundo da bola.



