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Ribeirão Preto registra surto de hepatite A

Ribeirão Preto enfrenta um alerta importante na área da saúde: a cidade registra um aumento expressivo nos casos de Hepatite A neste início de ano.
Para se ter uma ideia, a Secretaria Municipal de Saúde confirmou 203 casos entre janeiro e março. O número assusta quando comparado ao mesmo período do ano passado, que teve apenas dois registros. Segundo a Vigilância em Saúde, esse aumento começou em dezembro. A situação já é considerada um surto, mas, felizmente, sem um crescimento acelerado no momento.
A Hepatite A é uma infecção viral transmitida, principalmente, pelo consumo de água ou alimentos contaminados. O contágio também acontece pelo contato direto com pessoas infectadas, no compartilhamento de talheres e copos, ou pela falta de lavagem adequada das mãos.
É preciso ficar atento aos sintomas: cansaço, febre e náuseas são os primeiros sinais. Em um estágio mais avançado, o paciente pode apresentar vômitos, forte dor abdominal, urina escura e pele e olhos amarelados.
A secretaria reforça que a prevenção é o melhor remédio. Medidas simples do dia a dia, como lavar muito bem as mãos e evitar alimentos de procedência duvidosa, ajudam a barrar a contaminação. Além disso, a vacinação é uma proteção essencial e está disponível nos postos de saúde, focada especialmente em crianças e grupos de risco.
A equipe médica reforça: se você ou alguém da família apresentar os sintomas, procure a unidade de saúde mais próxima o quanto antes.
Para se ter uma ideia, a Secretaria Municipal de Saúde confirmou 203 casos entre janeiro e março. O número assusta quando comparado ao mesmo período do ano passado, que teve apenas dois registros. Segundo a Vigilância em Saúde, esse aumento começou em dezembro. A situação já é considerada um surto, mas, felizmente, sem um crescimento acelerado no momento.
A Hepatite A é uma infecção viral transmitida, principalmente, pelo consumo de água ou alimentos contaminados. O contágio também acontece pelo contato direto com pessoas infectadas, no compartilhamento de talheres e copos, ou pela falta de lavagem adequada das mãos.
É preciso ficar atento aos sintomas: cansaço, febre e náuseas são os primeiros sinais. Em um estágio mais avançado, o paciente pode apresentar vômitos, forte dor abdominal, urina escura e pele e olhos amarelados.
A secretaria reforça que a prevenção é o melhor remédio. Medidas simples do dia a dia, como lavar muito bem as mãos e evitar alimentos de procedência duvidosa, ajudam a barrar a contaminação. Além disso, a vacinação é uma proteção essencial e está disponível nos postos de saúde, focada especialmente em crianças e grupos de risco.
A equipe médica reforça: se você ou alguém da família apresentar os sintomas, procure a unidade de saúde mais próxima o quanto antes.



