
A FIA anunciou uma mudança técnica para a classificação do GP do Japão em Suzuka: o teto de recuperação de energia caiu de 9 MJ para 8 MJ. A decisão, aprovada por todas as equipes, visa combater o “superclipping”, que tem afetado a pilotagem em trechos de alta velocidade.
O superclipping acontece quando o sistema híbrido corta potência mesmo com o acelerador cravado, permitindo recuperar bateria, mas tirando o desafio técnico das curvas. Em Melbourne e Xangai, pilotos como Charles Leclerc e Oscar Piastri já haviam reclamado do efeito nas voltas rápidas.
Com a redução, a FIA quer que a classificação volte a testar habilidade pura e não apenas eficiência elétrica. Apesar de mudanças técnicas geralmente precisarem de quatro semanas de aviso, todos os fabricantes concordaram com a aplicação imediata.
A temporada 2026 segue em adaptação constante, e a gestão de energia continuará sob observação para equilibrar desafio técnico e desempenho dos carros. Suzuka promete, assim, uma disputa mais justa e emocionante pela pole position.
O superclipping acontece quando o sistema híbrido corta potência mesmo com o acelerador cravado, permitindo recuperar bateria, mas tirando o desafio técnico das curvas. Em Melbourne e Xangai, pilotos como Charles Leclerc e Oscar Piastri já haviam reclamado do efeito nas voltas rápidas.
Com a redução, a FIA quer que a classificação volte a testar habilidade pura e não apenas eficiência elétrica. Apesar de mudanças técnicas geralmente precisarem de quatro semanas de aviso, todos os fabricantes concordaram com a aplicação imediata.
A temporada 2026 segue em adaptação constante, e a gestão de energia continuará sob observação para equilibrar desafio técnico e desempenho dos carros. Suzuka promete, assim, uma disputa mais justa e emocionante pela pole position.



