
A temporada 2026 da World Surf League começou com tudo para o Brasil — e terminou a etapa de Gold Coast com um marco histórico.
Mesmo após ser derrotada na final pela australiana Stephanie Gilmore, Luana Silva viveu um dos momentos mais importantes da carreira: ela se tornou a primeira brasileira a assumir a liderança do ranking mundial da WSL, garantindo também a tão desejada lycra amarela.
A decisão feminina foi marcada pelo alto nível técnico da australiana, que venceu com uma atuação quase perfeita nas ondas, mas Luana confirmou sua consistência ao longo de toda a etapa e agora lidera o circuito após três provas disputadas.
No masculino, o Brasil teve um dia de altos e baixos. O atual campeão mundial Yago Dora caiu logo na primeira rodada, assim como Alejo Muniz e João Chianca.
Nas oitavas, nomes de peso como Ítalo Ferreira, Gabriel Medina e Miguel Pupo também ficaram pelo caminho.
O melhor resultado brasileiro veio com Filipe Toledo, que vinha em grande fase e registrou algumas das maiores somatórias da temporada, mas acabou eliminado na semifinal pelo japonês Connor O’Leary.
Mesmo com as quedas, o Brasil segue dominante na temporada, liderando tanto o ranking masculino quanto o feminino, reforçando a força da “Brazilian Storm” no circuito mundial.
Mesmo após ser derrotada na final pela australiana Stephanie Gilmore, Luana Silva viveu um dos momentos mais importantes da carreira: ela se tornou a primeira brasileira a assumir a liderança do ranking mundial da WSL, garantindo também a tão desejada lycra amarela.
A decisão feminina foi marcada pelo alto nível técnico da australiana, que venceu com uma atuação quase perfeita nas ondas, mas Luana confirmou sua consistência ao longo de toda a etapa e agora lidera o circuito após três provas disputadas.
No masculino, o Brasil teve um dia de altos e baixos. O atual campeão mundial Yago Dora caiu logo na primeira rodada, assim como Alejo Muniz e João Chianca.
Nas oitavas, nomes de peso como Ítalo Ferreira, Gabriel Medina e Miguel Pupo também ficaram pelo caminho.
O melhor resultado brasileiro veio com Filipe Toledo, que vinha em grande fase e registrou algumas das maiores somatórias da temporada, mas acabou eliminado na semifinal pelo japonês Connor O’Leary.
Mesmo com as quedas, o Brasil segue dominante na temporada, liderando tanto o ranking masculino quanto o feminino, reforçando a força da “Brazilian Storm” no circuito mundial.



