
A Federação Internacional de Automobilismo confirmou mudanças importantes para o GP do Canadá de Fórmula 1 2026 e a principal delas envolve o limite de energia das baterias durante a classificação.
A FIA definiu um teto de apenas 6 mega joules para o circuito Gilles Villeneuve, em Montreal — o menor limite da temporada até agora. A medida busca reduzir a necessidade de economizar energia durante as voltas rápidas e devolver mais intensidade às sessões classificatórias.
Nas últimas etapas, pilotos como Max Verstappen e Lando Norris criticaram o excesso de gerenciamento de bateria exigido pelos novos carros de 2026. Segundo eles, os pilotos estavam sendo obrigados a “tirar o pé” em momentos decisivos das voltas rápidas.
Com a mudança, a expectativa da FIA é permitir que os pilotos acelerem mais forte e tenham uma sensação mais próxima da Fórmula 1 tradicional.
O circuito canadense entra agora na lista das pistas mais restritivas em consumo de energia, ao lado do Red Bull Ring e Las Vegas. Monza continua sendo o circuito mais extremo do calendário, com apenas 5 mega joules disponíveis.
A pista de Montreal mistura retas rápidas e frenagens fortes, o que exige equilíbrio no uso da bateria. Um dos pontos mais críticos é a curva 13, onde os carros reduzem de mais de 300 km/h para cerca de 147 km/h em menos de dois segundos.
A FIA também confirmou novas zonas de “Straight Mode”, sistema que reduz o arrasto aerodinâmico nas retas e aumenta a velocidade final dos carros.
As mudanças já movimentam os bastidores da categoria e podem alterar completamente a estratégia das equipes nas classificações da temporada 2026.
A FIA definiu um teto de apenas 6 mega joules para o circuito Gilles Villeneuve, em Montreal — o menor limite da temporada até agora. A medida busca reduzir a necessidade de economizar energia durante as voltas rápidas e devolver mais intensidade às sessões classificatórias.
Nas últimas etapas, pilotos como Max Verstappen e Lando Norris criticaram o excesso de gerenciamento de bateria exigido pelos novos carros de 2026. Segundo eles, os pilotos estavam sendo obrigados a “tirar o pé” em momentos decisivos das voltas rápidas.
Com a mudança, a expectativa da FIA é permitir que os pilotos acelerem mais forte e tenham uma sensação mais próxima da Fórmula 1 tradicional.
O circuito canadense entra agora na lista das pistas mais restritivas em consumo de energia, ao lado do Red Bull Ring e Las Vegas. Monza continua sendo o circuito mais extremo do calendário, com apenas 5 mega joules disponíveis.
A pista de Montreal mistura retas rápidas e frenagens fortes, o que exige equilíbrio no uso da bateria. Um dos pontos mais críticos é a curva 13, onde os carros reduzem de mais de 300 km/h para cerca de 147 km/h em menos de dois segundos.
A FIA também confirmou novas zonas de “Straight Mode”, sistema que reduz o arrasto aerodinâmico nas retas e aumenta a velocidade final dos carros.
As mudanças já movimentam os bastidores da categoria e podem alterar completamente a estratégia das equipes nas classificações da temporada 2026.



