
O futuro de Max Verstappen na Fórmula 1 voltou a ser tema quente nos bastidores do automobilismo mundial. O tetracampeão pode abrir mão de cerca de R$ 1,5 bilhão caso decida deixar a categoria antes do fim do contrato com a Red Bull Racing, válido até 2028.
A estimativa, feita por especialistas da University Campus of Football Business, aponta que o piloto holandês deixaria de receber até 226 milhões de libras, considerando salários, bônus e acordos comerciais. Parte significativa desse valor também envolve publicidade, que seria impactada com a redução da exposição fora das pistas.
Mesmo sem multa rescisória prevista em contrato, Verstappen possui cláusulas de saída baseadas em desempenho. Para esta temporada, por exemplo, ele pode deixar a equipe caso não esteja entre os dois primeiros colocados no Mundial até a pausa de verão europeu, marcada para julho, após o GP da Hungria.
Os rumores de uma possível aposentadoria ganharam força após o desempenho abaixo do esperado no Grande Prêmio do Japão, onde o piloto enfrentou dificuldades e terminou fora das primeiras posições.
Além dos resultados, o que pesa na decisão é a insatisfação com as mudanças recentes na categoria. Verstappen criticou o excesso de controle nos carros e questionou se ainda vale a pena seguir em um calendário intenso, com mais de 20 corridas por ano.
Apesar do impacto financeiro gigantesco, o próprio piloto deixou claro: a decisão não passa pelo dinheiro. Entre seguir competindo ou priorizar a família e novos projetos, o tetracampeão começa a avaliar um caminho fora das pistas — algo que pode mudar completamente o cenário da Fórmula 1 nos próximos anos.
A estimativa, feita por especialistas da University Campus of Football Business, aponta que o piloto holandês deixaria de receber até 226 milhões de libras, considerando salários, bônus e acordos comerciais. Parte significativa desse valor também envolve publicidade, que seria impactada com a redução da exposição fora das pistas.
Mesmo sem multa rescisória prevista em contrato, Verstappen possui cláusulas de saída baseadas em desempenho. Para esta temporada, por exemplo, ele pode deixar a equipe caso não esteja entre os dois primeiros colocados no Mundial até a pausa de verão europeu, marcada para julho, após o GP da Hungria.
Os rumores de uma possível aposentadoria ganharam força após o desempenho abaixo do esperado no Grande Prêmio do Japão, onde o piloto enfrentou dificuldades e terminou fora das primeiras posições.
Além dos resultados, o que pesa na decisão é a insatisfação com as mudanças recentes na categoria. Verstappen criticou o excesso de controle nos carros e questionou se ainda vale a pena seguir em um calendário intenso, com mais de 20 corridas por ano.
Apesar do impacto financeiro gigantesco, o próprio piloto deixou claro: a decisão não passa pelo dinheiro. Entre seguir competindo ou priorizar a família e novos projetos, o tetracampeão começa a avaliar um caminho fora das pistas — algo que pode mudar completamente o cenário da Fórmula 1 nos próximos anos.



