
Boletim do esporte.
A Seleção Brasileira, maior vencedora da história das Copas, e a única que participou de todas as edições do Mundial, já entra no radar de 2026 mais uma vez como candidata ao título. Em ano de Copa, o Brasil quase sempre aparece entre os favoritos — pela camisa, pela tradição e pelo peso de quem já levantou a taça cinco vezes.
Mas a história também lembra que nem sempre foi assim. Em 1934, há 92 anos, o Brasil viveu um dos capítulos mais duros: foi apenas um jogo, uma derrota e eliminação logo na estreia. Um Mundial para esquecer — e que ficou marcado como uma das piores campanhas da Seleção em Copas.
Agora o cenário é outro. A Copa do Mundo de 2026 será organizada em conjunto por Estados Unidos, México e Canadá, e promete ser a maior de todos os tempos, com mais seleções e mais jogos, aumentando a pressão… e também as oportunidades.
E a contagem regressiva está na rua: já estamos na casa dos 150 dias para a bola rolar. Anota aí, porque quando começa, o mundo para — e o Brasil sempre entra com a obrigação de brigar lá em cima.
A Seleção Brasileira, maior vencedora da história das Copas, e a única que participou de todas as edições do Mundial, já entra no radar de 2026 mais uma vez como candidata ao título. Em ano de Copa, o Brasil quase sempre aparece entre os favoritos — pela camisa, pela tradição e pelo peso de quem já levantou a taça cinco vezes.
Mas a história também lembra que nem sempre foi assim. Em 1934, há 92 anos, o Brasil viveu um dos capítulos mais duros: foi apenas um jogo, uma derrota e eliminação logo na estreia. Um Mundial para esquecer — e que ficou marcado como uma das piores campanhas da Seleção em Copas.
Agora o cenário é outro. A Copa do Mundo de 2026 será organizada em conjunto por Estados Unidos, México e Canadá, e promete ser a maior de todos os tempos, com mais seleções e mais jogos, aumentando a pressão… e também as oportunidades.
E a contagem regressiva está na rua: já estamos na casa dos 150 dias para a bola rolar. Anota aí, porque quando começa, o mundo para — e o Brasil sempre entra com a obrigação de brigar lá em cima.



