
O racismo voltou a manchar o futebol. E desta vez, em números alarmantes.
A polícia britânica confirmou a abertura de quatro investigações separadas após jogadores da Premier League serem alvos de ataques racistas nas redes sociais no último fim de semana.
O meio-campista Hannibal Mejbri, do Burnley, e o zagueiro Wesley Fofana, do Chelsea, receberam ofensas depois do empate por 1 a 1 entre os dois clubes. No domingo, foi a vez do atacante Tolu Arokodare, do Wolves, e do ponta Romaine Mundle, do Sunderland, sofrerem abusos online.
Na Escócia, a polícia também apura casos envolvendo os jogadores Emmanuel Fernandez e Djeidi Gassama, do Rangers, após partida contra o Livingston.
A Unidade de Policiamento do Futebol do Reino Unido, a UKFPU, classificou os episódios como “abomináveis” e garantiu que os responsáveis serão identificados e levados à Justiça.
Os números assustam. A organização antidiscriminação Kick It Out revelou que os relatos de abuso online atingiram níveis recordes, com alta de 45% no total de denúncias nesta temporada e aumento de um terço em relação ao mesmo período do ano passado. Só a UKFPU registrou crescimento de 115% nos relatos.
Tudo isso acontece praticamente uma semana depois de Vini Jr., do Real Madrid, denunciar ter sido vítima de racismo durante a vitória sobre o Benfica, pela Champions League.
Clubes da Premier League e a Meta afirmam que vão atuar juntos para identificar e punir os autores.
O futebol não para. O racismo também não. E essa batalha ainda está longe do fim.
A polícia britânica confirmou a abertura de quatro investigações separadas após jogadores da Premier League serem alvos de ataques racistas nas redes sociais no último fim de semana.
O meio-campista Hannibal Mejbri, do Burnley, e o zagueiro Wesley Fofana, do Chelsea, receberam ofensas depois do empate por 1 a 1 entre os dois clubes. No domingo, foi a vez do atacante Tolu Arokodare, do Wolves, e do ponta Romaine Mundle, do Sunderland, sofrerem abusos online.
Na Escócia, a polícia também apura casos envolvendo os jogadores Emmanuel Fernandez e Djeidi Gassama, do Rangers, após partida contra o Livingston.
A Unidade de Policiamento do Futebol do Reino Unido, a UKFPU, classificou os episódios como “abomináveis” e garantiu que os responsáveis serão identificados e levados à Justiça.
Os números assustam. A organização antidiscriminação Kick It Out revelou que os relatos de abuso online atingiram níveis recordes, com alta de 45% no total de denúncias nesta temporada e aumento de um terço em relação ao mesmo período do ano passado. Só a UKFPU registrou crescimento de 115% nos relatos.
Tudo isso acontece praticamente uma semana depois de Vini Jr., do Real Madrid, denunciar ter sido vítima de racismo durante a vitória sobre o Benfica, pela Champions League.
Clubes da Premier League e a Meta afirmam que vão atuar juntos para identificar e punir os autores.
O futebol não para. O racismo também não. E essa batalha ainda está longe do fim.



